Prato forte: agressividade. Problema meu, azar de quem dirigiu a palavra. A quem não devo nada senão raiva. Rasgo qualquer interjeição. Mordo todos os entabulamentos de conversa. Não dou margem a réplica. Continuo-me cru. Induscutivelmente, a fechar cortinas, com um virar de costas. Irredutível nos meus implacáveis espinhos sociais.
um dia, longe de nós, houve alguém que caiu, deixou cair as raizes do que somos e fui deambulando pela cidade como cesário verde. e pronto o mundo é longe demais para gente como nós pedro.
ResponderExcluirum beijo
deste
mar.
(em breve aquele abraço)
não será azar teu, problema de quem te dirigiu mais do que uma palavra?
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