nós somos cenas que a nós não assistem. especamos de costas para o espectáculo. fizemos, medos aparte, o que precisávamos de fazer e fomos orgulhosos: que ninguém nos apontasse um dedo. gargalhamos quando ouvimos as deixas dos actores, lá longe ao fundo, mas a pergunta coloca-se: sorriremos outra vez?
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