
Xau, xau dia sóbrio!
Adeus, lenço branco, para ti também! Faz pouca-terra-pouca-terra para o fim do dia que eu cá vou sedando estas náuseas a bem dizer com pouco mais que um pouco de água-pé dormente, daquela pobre em alcoól, cancerígeno.
Adeus, adeus! Vai lá, vai. Vai... Vai! Vai! Cai! Morre! Que eu cá não quero saber! Que eu cá quero mais é que te vás foder! Tu! Sim!: tu! Eu não quero saber! Nem das tuas complicações, nem dos teus existencialismos, nem os teus 4's das tuas somas de 2+2, igual à puta que os pariu a todos. Ah pois é!, dia sóbrio: eu, cá, sou assim.
O meu comboio está a partir, eu vou no melhor lugar à janela, atrasado, sempre, como sempre, para sempre e sempre, Amén. Xau, xau dia sóbrio, dia negro dee dor de cabeça injectada a aspirinas. Adeus, que lá me vou.
E talvez vá para não voltar.
Tss, tss... Que praga o homem comum. Banal, banal, esta psicopatice toda.
Que se foda.
Adeus.