Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, maio 21, 2013

10 anos após, aqui estamos nós


"temos a voz e o dom
da multiplicação do pão
vocês são razão de orgulho
da região em que estão"

21/05/2003: o dia em que José Mourinho, Jorge Costa, Baía, Derlei, Deco, Alenitchev, Ricardo Carvalho e companhia provaram ao mundo em geral, e ao Porto em particular que ainda havia muito fuebol para jogar e currículo para acrescentar, ao ainda "clube das Antas"

terça-feira, dezembro 11, 2012

Há Dias



"Há dias em que te apetece mandar tudo pelo ar
Há dias em que te apetece desistir de lutar
Há dias em que 'tás cansado demais para continuar
Há anos que 'tamos aqui todos juntos manos"

sábado, abril 23, 2011

não deixes de acreditar

"sessões de grupo
sentimentos em bruto
desde puto fizeram-nos crescer neste meio em absoluto
esta merda, mano, fez-me acordar para a vida
como um puto de 14 perdido sem rumo, á deriva
nascemos para isto
já me mentalizei disso
faço aquilo que gosto
tenha ou não tenha guito
não quero ser escravo
num Estado desiquilibrado
a felicidade é crucial
no dia-a-dia pra ser posta de lado
coca-cola, sumol são gostos supostos
num dia aplaudem noutro furam-te os bolsos
porque a miséria, não escolhe caras nem corações
sexos opostos raças ou defirentes religiões
somos a voz dos que não podem falar
encarcerados na luta
não deixes de acreditar

sem música não há vida
sem vontade não se realiza
e dás por ti desiquilibrado, levado ao sabor da brisa"

quarta-feira, abril 13, 2011

Pólos Opostos



"Já me senti mais perto, mas já estive mais longe
Eu fui um jovem ontem, e sou um homem hoje
O tempo era lento, agora passa a correr
Já vivi nesse sonho, agora tento não adormecer

Antes viver na luz, que morrer à sombra
Antes pacificar do que ajudar a armar a bomba
Tu sê mais criativo do que competitivo
Isso é imperativo, isto é só um aperitivo
Para abrir o apetite das consciências mais famintas
Será que não vês a gravivade as armas com quais tu brincas?
Mano, nesse presente não existe qualquer futuro
Será que estás consciente do quanto isso te torna imaturo?
Encontrei um dia enquanto me perdia a medida que lia
Tudo aquilo que escrevia foi um momento de magia
Não chegaria até aqui sem decifrar os sinais
Teria ficado pelo caminho, pelo caminho que tu vais...


Para mim começava a noite onde nascia o dia
O sol não espreitava, quase sempre chovia
Sempre fui um sonhador no bairro do pesadelo
Uns tentavam calá-lo, eu tentava dizê-lo
A pulmões abertos, lábios cozidos, fechados
O silêncio dos inocentes a gritos estridentes culpados
Sou uma moeda com a mesma face em ambos os lados
Sou a calma da vitória e a fúria dos fracassados
Em trajectória descendente mas em constante ascenção
Em modo permanente frente aos que raramente lá vão
Eu subo e desço o degrau, sem mudar de direcção
A escrita precisava de vir e eu dei-lhe o meu coração
Eu dei-te a minha atenção e num momento de distracção
Não percebeste que era real e não uma mera ilusão

O que é bom acaba rápido, o que é mau permanece
essa lição o aluno jamais esquece...

Sei bem quanto custa nada é gratuito
Coração quente, por vezes frio como o granito

Eu fiz alguns amigos, ganhei alguns inimigos
Mas a maioria não não me conhece, são os desconhecidos
Somos comprometidos com a desconfiança
Pela conversa de adultos na boca de uma criança

Sou uma mente forte embutida num corpo fraco
Piloto sem avião, marinheiro sem barco
Um momento esquecido de um dia para sempre recordado
Sou o trabalho de fundo por vezes sub-valorizado
Não vou fazer juízos, prefiro ser advogado
Daquele que inocentemente por todos é condenado

Minha riqueza espiritual, paga contribuição fiscal
Para sempre é livre como um escravo do poder estatal
Sou um comum mortal, o erro da virtude
Aquele que morreu de sede frente à fonte da juventude..."

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

incrível esta ânsia de debitar conhecimento e superioridades moral e ideológica. esta assertividade que justifica um desdém sem nome a quem não se guia pelos mesmos ideais que nós, não idolatra as nossas influências, não faz o que nós fazemos. pomos-lhes rótulos na testa, arrumamos o assunto para canto e sentimo-nos realizados . todos mortos é que era.

no fim de contas, quem acusou tinha três dedos apontados para si, não fez a ponta dum corno à excpeção de se mitrar nos filmes dos outros, de não lutar pelo que achava certo e de se escudar numa hipocrisia moral, de fazer inveja aos cavacos silva deste mundo.


"the times they are a-changing"? não, moço, continua tudo na mesma.

mesmo, tudo. na mesma.


terça-feira, setembro 01, 2009

a cena toda

"Vocês são a razão principal
Pela qual
Batalhamos diariamente
Porque atrás vem sempre gente
Do litoral ao interior
Vamos a todo o vapor
Não poupamos em esforços para partilhar o valor
Entre B-Boys e MC's
Writers e DJ's
Latas e vinyls
Canetas gastas e rascunhos de papeis
Nós mantemo-nos fiéis desde 96
Incentivando putos como mandam as leis
Mano sei que nos sentes tambem te sentimos por perto
Vemos em ti o reflexo imenso deste projecto
Nós somos tantos
E ao mesmo tempo tão poucos
Porque ainda há quem insista fazer menos e ser mais que os outros
É fodido enfrentar este fogo agressivo
Se não fosses tu, decerto não estaria vivo
Podes contar comigo tamos juntos nesta guerra
Na paz, e na alegria e na tristeza
É uma merda
Porque Deus quando parte
É para todos igual
Não cabe a homem nenhum
Decidir o nosso final
Vamos em frente
Rumo ao sol nascente
Em busca de boa gente
Antes que o cinzento na cidade se torne permanente
Quem nos tentar dividir não deve tar consciente
Das graves consequências que isso acarreta para a mente
Nós construímos o futuro no presente
Dealema está de volta com a mesma cara de sempre"


- Dealema