quinta-feira, novembro 08, 2007

Morte Lenta, Motel.


Morte lenta, Motel.

Capital do Escândalo

ao letárgico abandono

do dandismo.

Cada seu a seu dono,

narcisismo

e falta de sono.


Apocalipse Cabaret.

Doenças virais

e mais mortais

causas de mortes.

Musicais sortes.

O degredo mora ao lado.

A puta a tentar

outro bocado.


Danças ventrais.

Gastro-entrites,

animais, gengivites

e cavalos

nesta noite de assucenas,

eu perdoo madalenas

de chapéu em punho

e bengala na mão.

Eu desunho

todo o ego

que se derrama

pelo chão.


Quem me ama

nem sequer sonha,

nem sequer sabe,

que a bandeira da vergonha

me serve de fronha

da verdade.

Um comentário:

Petra disse...

Quem me ama

nem sequer sonha,