This is prophylaxis, a practiced absence, a safer distance. He is a fine clinician to diagnose this, a sound decision. This is a family practice, it's anesthetic, it's nonreactive. This is a termination, a fine resemblance, but no relation.
quarta-feira, agosto 01, 2012
Collapse
"We are all soured milk
When we look in the mirror, we collapse
When our time has come
When our finger’s on the trigger, we collapse
Arms are flailing
Swirling like the poison in the sink
Like the Southern Belle
Playing songs of horror
Like teeth amongst the grass
Like the bullet shell
Whistle and I’ll hum
Watch the good folks run
We are all rotten fruit
When the pipeline starts to flowing, we collapse
When our time has come
When the courtyard needs a lynching, we collapse
Arms are failing
The devil’s in the eye of every man
Water and the well
A Baptist and a baby
Were rolling in the weeds
Keep her spirit well
The tarpit daughter’s father
Will lay her out to dry."
"The host of the show comes down
to collapse on the ground
and the crime scene revisits me
this body shut down in Bordeaux
and the shores of gold coast
on the balcony I search for sleep
the future has fallen short
when the sun sets north
and the clouds fall from the mirrored walls
Words speak and choose
make sense and lose
capsize the tall tale, but always fail
words speak and choose, make sense and lose
forfeit the tall tale, I always will
The host had his mouth sewn shut
all in the name of trust
when the blood goes thin, he's given in
you can spare us the formal toast
the drunken anecdotes
from this day on... goes on and on...
You know when he falls apart
he listens in the dark to the records turn
I'll never learn
To set it down
you'll set it down
you'll set it down
Words speak and choose
make sense and lose
capsize the tall tale, but always fail
words speak and choose, make sense and lose
forfeit the tall tale, I always will
To set it down
you'll set it down
you'll set it down
To set it down
you'll set it down
you'll set it down
To set it down
you'll set it down
you'll set it down!"
quarta-feira, julho 25, 2012
X - Le Grand Finale
Em Outubro de 2011 divulguei neste blogue a edição do meu primeiro livro, intitulado "X". Uns bons meses depois chegou a hora de fazer a apresentação oficial do dito cujo. Embora me encontrasse um tanto reticente quanto a fazê-lo, concluí que seria a melhor forma de fechar o ciclo que iniciei algures em 2008 quando decidi escrevê-lo. Sem grandes aparatos e sem falsos pretensiosismos, arruma-se o assunto e depois festeja-se com uns copos o último adeus ao tal jovem sonhador e doloroso que já carreguei ao peito.
A apresentação será na Galeria Gabinete, na Rua Alfredo Pereira, em Penafiel, dia 28 de Julho, às 22h, para quem quiser e puder aparecer.
segunda-feira, julho 23, 2012
José Hermano Saraiva
(03/10/1919 - 23/07/2012)
Um dos responsáveis pela minha paixão pela História Portuguesa. Porque mais ninguém falava daqueles tempos longínquos até onde chegavam os horizontes da memória, como ele falava.
terça-feira, julho 17, 2012
hypnotizing the crap out of me since 2005
"Why don't you ask the kids at Tiananmen Square?
Was fashion the reason why they were there?
They disguise it, hypnotize it
Television made you buy it
I'm just sitting in my car and waiting for my
She's scared that I will take her away from there
Dreams that her country left with no one there
Mesmerize the simple minded
Propaganda leaves us blinded
I'm just sitting in my car and waiting for my girl
I'm just sitting in my car and waiting for my girl
I'm just sitting in my car and waiting for my girl
I'm just sitting in my car and waiting for my
Girl!"
quinta-feira, julho 12, 2012
We'rewolf
"Turn the lights off, turn the lights off
Your daddy better lock up his girl
Say a prayer boy, call on the cops
'Cause you ain't gotta run when the music comes on
Board up the doors, the windows
And keep your crying under your breath
'Cause I smell a drop of fear in a ten gallon tank
And I'm movin' in for the kill
Yeah, in the wild kingdom!
You don't live 'til you're ready to die
You don't live 'til you're ready to die
You don't live 'til you're ready to die
You don't live 'til you're ready to die!"
quarta-feira, julho 11, 2012
Preciso de tempo. Preciso de segurar, suster uma porção exacta de tempo. Da mesma forma que, à beira-mar, necessitamos de encher as mãos em concha com areia. Da mesma forma que, no alto do monte, precisamos dos pulmões cheios com ar fresco. É assim que eu preciso de tempo. O tempo todo que puder e fizer sentido eu ter, e não mais do que esse.
segunda-feira, julho 09, 2012
sexta-feira, julho 06, 2012
Initiation
Lembro-me de como custou renascer. Iniciar. Lançar o dado pela primeira vez para escolher quem começava a fazer apostas de sorriso aberta e expressão fechada para não denunciar jogo. Lembro-me de passar tormentas, de sobreviver a farras, pensar em que raio de carreira me tinha eu metido enquanto estudava. Lembro-me de procurar em cada rosto uma esperança, nos seus discursos uma inspiração, nos seus feitos uma aventura, e acabar o dia, cansado e desalentado. Lembro-me de quando o início já não o era e até o fim começava a deixar de o ser, prepararam-se outros jogadores para o tabuleiro. Lembro-me de ter ficado chateado, muito chateado mesmo quando emprestei o "Acrobatic Tenement", com um V de volta, e ele não voltava. E quanto voltou nunca percebi muito bem se foi ouvido e amado como eu o ouvi e amei. Mas a ideia de partilhar música paga, compilada, escolhida por mim com os meus sempre foi uma das minhas formas predilectas de dizer a essas pessoas que gosto delas. Lembro-me de quando acabou. De quando tivemos de fazer as malas do nosso futuro. De quando, arrogantes e estúpidos nos achávamos todos prontos para o mercado trabalho, a democracia e o mundo em particular, e empunhamos gravatas. Era apenas outra iniciação. Agora, o mundo secou e com ele a diversidade da criação que floria em mim, e restantes auto-denominados artistas. Turbarões afiam as pressas, eu sei, para me levarem até os ossos. A quem emprestei o "Acrobatic Tenement" e outros companheiros não se fizeram ver num raio de quilómetros desde então. A inicação estava condenada a esta aridez desde o princípio, a do inferno com uma rua de sentido único. Lembro-me de achar que seria bom construir um meio (de sustento) para um fim (de curto prazo) que seria o pão-nosso da felicidade do quotidiano. Temo ser hoje mais céptico do que isso. "Parting contestants never seem to win." Vamos crer que este desalento é apenas mais uma iniciação, que vai sair gorada dentro de meia dúzia de anos, quando alguém devolver o cd que falta.
segunda-feira, julho 02, 2012
Take My Bones Away
(leva os nossos ossos dentro de um saco. eles chocalharão quando o sol sorrir ou te quisermos falar. aconchegar-te-ão quando a tua fúria te levar às lágrimas. orfã selvagem e sem terra, comê-la-ás para sentires que a tens, carregar-nos-ás para sentires que te amam. nós, despojos de um mundo destruído, amar-te-emos.)
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