quinta-feira, julho 14, 2011

skin & bones

"Deep within this frame of mind
Heart of hearts oh valentine
Tell my mom I'm doing fine
Doing fine
Doing fine

Skin and bones
Skin and bones
Skin and bones don't you know?"

terça-feira, julho 12, 2011

From the Ritz to the Rubble



"This town's a different town today
This town's a different town to what it was last night
You couldn't have done that on a Sunday

And that girl's a different girl today
Said that girl's a different girl to her you kissed last night
You couldn't have done that on a Sunday
(Of course not!)"

sábado, julho 09, 2011

é sempre bom reencontrar velhos amigos. sobretudo quando fazem questão de nos bradar (e brindar) a um tempo em que não nos conhecíamos, ao passo que ali, tantos anos depois, ele lá e nós além, parece impossível ser de outra forma que não a cantarmos todos, as mesmas músicas, do início ao fim de sorriso nos lábios.

quinta-feira, julho 07, 2011

LOST!



"Just because I'm losing
Doesn't mean I'm lost
Doesn't mean I'll stop
Doesn't mean I will cross

Just because I'm hurting
Doesn't mean I'm hurt
Doesn't mean I didn't get what I deserve
No better and no worse

I just got lost
Every river that I've tried to cross
And every door I ever tried was locked"

terça-feira, julho 05, 2011

Primeiro foste tu. E depois de ter esfregado os olhos já aqui estava, a meio deste trilho. Espigas para um lado, trigo para o outro, tudo muito dourado e desértico para mim que cheguei desalinhado e de fato preto. À medida que avançava senti pedras no caminho que me faziam tropeçar; sempre da mesma forma, na verdade, parecia tropeçar muitas vezes na mesma pedra. Era ela. Outra vez, oportuna, central, incontornável, a foder-me os sapatos que caminham levezinho; e pensar que a estrada é tão longa ainda. Ao caminho faz-se um espantalho de fisga em punho, a mirar-me com nozes e avelãs às mãos. Mais á frente, fez-me o mesmo um porco, mas à cabeça, e se continuar a este passo, jurava que outra coisa qualquer se lembraria de repetir a graça a alguma parte do meu corpo. De forma sempre inocente e inconsequente, sempre diferente, sempre muitos, mas sempre como um só. O horizonte não se vergou ainda um metro: eu bufo, porque continuo a não entender os anacronismos deste trilho, nem a ordem pela qual se revezam. Às tantas está um meliante encostado à berma desta história toda, de palha na boca, a desafiar-me, novamente, para uma corrida: aceitas? Aceito como? Quando as únicas tatuagens que trago são de miragens e de quem me matou a sede só tenho uns sarrabiscos indecifráveis? A verdade é que não faço ideia quanto tempo mais continuarei neste rumo, assim não sei se o consigo atravessar a correr. E começou tudo por ti, que me vomitaste para aqui logo no início, como se de um sonho se tratasse.